A noite de nomeações no “reality show” da TVI ficou marcada pela revolta dos espectadores. Em causa está a ausência de Andrea Soares entre os nomeados, levando o público a acusar a produção de proteção. Maria Botelho Moniz já reagiu.
A última gala de domingo, 18 de janeiro, da “1ª Companhia” não deixou ninguém indiferente. O que deveria ser uma noite de decisões normais transformou-se num “incêndio” digital após o anúncio dos quatro recrutas em risco de expulsão: Noélia Pereira, Rui Freitas, Rodrigo Castelhano e Manuel Melo.
A “Coincidência” que indignou a Internet
O foco da discórdia prende-se com Andrea Soares. Habitualmente, o formato tem levado cinco concorrentes a votos, mas, desta vez, apenas quatro ficaram em perigo, permitindo que a polêmica recruta escapasse à chapa.
A reação no “X” (antigo Twitter) foi imediata. Vários internautas acusaram o canal de manipular as regras para salvaguardar a permanência de Andrea. “Vão sempre 5 e hoje coincidência só vão 4. Acabou aqui o meu seguimento ao programa… palhaçada”, escreveu um espectador, acrescentando que o formato está a “perder toda a credibilidade”.
A Resposta de Maria Botelho Moniz
Confrontada diretamente com as críticas, a apresentadora da TVI não se remeteu ao silêncio. Através das redes sociais, Maria Botelho Moniz fez questão de demarcar a sua posição e esclarecer que a responsabilidade da mecânica do jogo não passa pelas suas mãos.
“Como se fosse eu a decidir isso”, retorquiu a comunicadora, sublinhando que as decisões estruturais e as alterações no número de nomeados são da exclusiva competência da produção do programa.
O que se segue?
Com a poeira ainda por assentar, o público prepara-se agora para decidir quem abandona o quartel na próxima gala. Resta saber se esta vaga de indignação terá impacto nas audiências ou na postura da produção perante os restantes recrutas.