Após uma votação renhida no “Duelo Final”, a estilista despediu-se do reality show da TVI, destacando o rigor físico e psicológico da experiência.
A noite de domingo, 11 de janeiro, ditou o fim da marcha para Kina. A estilista tornou-se a segunda recruta a abandonar a “1ª Companhia”, após não conseguir reunir o apoio necessário do público para garantir a permanência na recruta mais vigiada do país.
O Desfecho da Votação
Numa gala marcada pela tensão, o leque de cinco nomeados foi sendo reduzido até ao confronto direto entre Kina e o ator Nuno Janeiro. Os resultados ditaram uma margem clara:
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Nuno Janeiro: 36% dos votos (permanece na competição).
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Kina: 13% dos votos (expulsa).
“Não é para qualquer um”: O Balanço da Estilista
Em declarações exclusivas às plataformas digitais da TVI logo após a saída, Kina não escondeu o impacto que o formato teve na sua rotina. A ex-concorrente descreveu a vivência como “intensamente intensa”, sublinhando que a estrutura do programa é desenhada para testar os limites humanos.
“Tudo está feito para nos levar ao limite, tanto as intenções como as ideias como os exercícios, como a falta de descanso”, afirmou.
A estilista destacou ainda a imprevisibilidade do regime militar imposto pela produção, revelando que os recrutas estão “16 horas ao dispor” da organização, sem horários definidos para o repouso.
A Razão da Saída
Questionada sobre os motivos que levaram o público a votar na sua expulsão, Kina optou pela neutralidade. A estilista confessou não saber identificar um erro específico na sua postura, mas reiterou o seu desapego face às campanhas de votação: “Eu não gosto de pedir que votem em mim”.
Apesar da dureza do percurso, o balanço final é de resiliência. Para a agora ex-recruta, a passagem pela “1ª Companhia” foi uma oportunidade de aprendizagem, concluindo que mesmo as experiências negativas acabam por se tornar positivas pelo conhecimento que transmitem.