O empate (2-2) entre Benfica e FC Porto ficou marcado por uma decisão que promete fazer correr muita tinta nos próximos dias. Já em período de descontos, no derradeiro lance da partida, o Benfica reclamou um penálti que, a ser assinalado, poderia ter alterado o destino do resultado.
O lance da discórdia
A jogada desenrolou-se dentro da área portista. Vangelis Pavlidis, avançado do Benfica, surgiu isolado perante Diogo Costa. No momento do remate, houve um contacto físico entre o guardião dos “dragões” e o jogador encarnado.
Os jogadores do Benfica rodearam imediatamente o árbitro João Pinheiro, sinalizando a infração e pedindo a marcação da grande penalidade. Contudo, o juiz da partida considerou que não houve motivo para falta, mandando seguir o jogo. Segundos depois, soou o apito final, confirmando a divisão de pontos no clássico.
Reações divididas
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Do lado encarnado: A indignação foi visível. A equipa técnica e os jogadores sentiram-se prejudicados num momento decisivo que poderia ter dado a vitória à equipa da casa.
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Do lado azul e branco: O foco manteve-se na gestão do resultado obtido e na leitura de que o contacto foi acidental ou insuficiente para a marcação de uma grande penalidade.
A decisão de João Pinheiro — e a falta de intervenção do VAR neste lance específico — será certamente um dos temas centrais nas análises desportivas das próximas horas.